A minha primeira vez, já foi há uns anitos.
Recordo-me vagamente de algumas sensações, mas nada de espantoso.
Foi numa noite de inverno, ouviam-se uns passos de pessoas apressadas do lado de fora da garagem... os cães a ladrar e algumas vozes e gargalhadas ruidosas. Ouvimos com atenção e as vozes eram familiares. A garagem era do avô de um amigo... seria o avô? Ficámos um pouco incomodados e aguardámos em silêncio. As vozes ouviam-se cada vez mais perto e os nossos corações batiam cada vez mais depressa...
Knock Knock... bateram à porta... eram mais duas amigas nossas que como sempre tinham chegado atrasadas. Já eramos um grupinho jeitoso de cachopos e cachopas e estavamos prontos a iniciar aquele momento tão desejado.
Um dos rapazes toma a iniciativa e começa a acender a lareira, o ambiente tornou-se bastante mais acolhedor, ligaram um pequeno rádio pousado numa prateleira perto da janela e começou a festa! Assámos febras, entremeada e por fim umas castanhas. Como as bejecas andaram todas num instante... e por acaso, o avô do nosso amigo tinha uma garrafeira na garagem. O anfitrião teve a feliz ideia de "pedir emprestada" uma garrafita de jeropiga... e ai que jeropiga! bem boa!
Entre gargalhadas, conversas e danças ,o tempo passou e dada altura os cachopos convidaram-nos a fumar um charro. Bem, eu e a maioria do pessoal nem sequer fumávamos... eu nem fumar sabia!
A labuta começou... o "porro" andou de boca em boca até chegar a minha vez, mal pus o charrito na boca...começei a tossir...tossi, tossi, tossi... eles bem me diziam " puxa e engole"! Eu bem puxava e engolia, mas o resultado era nada, enquanto alguns já andavam nas nuvéns, eu, se não fossem as bejecas e a jeropiga continuava sóbria.
Bem, no fim achei mesmo que não valia a pena, para além de saber mal, aquele "parampo" dá muito que fazer! Então.... primeiro tenho que pensar como fazer, depois faço e engasgo-me, no fim...continuo na mesma! Eu e mais algumas ficámos com a mesma ideia, aquilo não nos serviu para nada. Mas, ao contrário de nós ainda houve quem disfrutasse daquilo ao máximo... quando demos conta um dos catraios começou a ficar muito branco... eh! lá... depois transpirava imenso... ainda nos assustámos um pouco, mas o rapaz devia estar num dia mau em que tinha o estômago mais sensível e lá decidiu desperdiçar o belo do jantar! Ainda nos rimos às custas disso e a namorada do rapaz ainda lhe deu nas orelhas no dia a seguir, pois a rapariga que o foi levar a casa(porque já não se tinha em pé) esqueceu-se do casaco no carro dele. O rapaz apanhou a moca e no dia seguinte ia era levando com a moca...
Enfim... e foi assim a primeira vez que "fumei" um charrito.
Eu nem fumei...e também não foi algo que apreciasse, foi apenas "matar" a curiosidade.
Ah...já agora...porro e parampo..é a mesma coisa que charro, isto é um vocabulário de rua, típico de toxicodependentes...cruz credo!
beijinhos e abraços :)
Recordo-me vagamente de algumas sensações, mas nada de espantoso.
Foi numa noite de inverno, ouviam-se uns passos de pessoas apressadas do lado de fora da garagem... os cães a ladrar e algumas vozes e gargalhadas ruidosas. Ouvimos com atenção e as vozes eram familiares. A garagem era do avô de um amigo... seria o avô? Ficámos um pouco incomodados e aguardámos em silêncio. As vozes ouviam-se cada vez mais perto e os nossos corações batiam cada vez mais depressa...
Knock Knock... bateram à porta... eram mais duas amigas nossas que como sempre tinham chegado atrasadas. Já eramos um grupinho jeitoso de cachopos e cachopas e estavamos prontos a iniciar aquele momento tão desejado.
Um dos rapazes toma a iniciativa e começa a acender a lareira, o ambiente tornou-se bastante mais acolhedor, ligaram um pequeno rádio pousado numa prateleira perto da janela e começou a festa! Assámos febras, entremeada e por fim umas castanhas. Como as bejecas andaram todas num instante... e por acaso, o avô do nosso amigo tinha uma garrafeira na garagem. O anfitrião teve a feliz ideia de "pedir emprestada" uma garrafita de jeropiga... e ai que jeropiga! bem boa!
Entre gargalhadas, conversas e danças ,o tempo passou e dada altura os cachopos convidaram-nos a fumar um charro. Bem, eu e a maioria do pessoal nem sequer fumávamos... eu nem fumar sabia!
A labuta começou... o "porro" andou de boca em boca até chegar a minha vez, mal pus o charrito na boca...começei a tossir...tossi, tossi, tossi... eles bem me diziam " puxa e engole"! Eu bem puxava e engolia, mas o resultado era nada, enquanto alguns já andavam nas nuvéns, eu, se não fossem as bejecas e a jeropiga continuava sóbria.
Bem, no fim achei mesmo que não valia a pena, para além de saber mal, aquele "parampo" dá muito que fazer! Então.... primeiro tenho que pensar como fazer, depois faço e engasgo-me, no fim...continuo na mesma! Eu e mais algumas ficámos com a mesma ideia, aquilo não nos serviu para nada. Mas, ao contrário de nós ainda houve quem disfrutasse daquilo ao máximo... quando demos conta um dos catraios começou a ficar muito branco... eh! lá... depois transpirava imenso... ainda nos assustámos um pouco, mas o rapaz devia estar num dia mau em que tinha o estômago mais sensível e lá decidiu desperdiçar o belo do jantar! Ainda nos rimos às custas disso e a namorada do rapaz ainda lhe deu nas orelhas no dia a seguir, pois a rapariga que o foi levar a casa(porque já não se tinha em pé) esqueceu-se do casaco no carro dele. O rapaz apanhou a moca e no dia seguinte ia era levando com a moca...
Enfim... e foi assim a primeira vez que "fumei" um charrito.
Eu nem fumei...e também não foi algo que apreciasse, foi apenas "matar" a curiosidade.
Ah...já agora...porro e parampo..é a mesma coisa que charro, isto é um vocabulário de rua, típico de toxicodependentes...cruz credo!
beijinhos e abraços :)
4 comentários:
ok s a intençao inicial é meteres o pessoal a pensar q vais contar a tua primeira vez mas do foro sexual, conseguiste:) por momentos ainda m assustei,mas à medida q ia lendo...ufa q ela n contou! Isso n significa que o pessoal n gostasse de saber, mas n e o local apropriado lol... ok deixa-t de sonics, de charutos, de brocas e continua a escrever...
andas a tirar o estilo de escrita do Marco Saramago! essa indefiniçao...prender o leitor até ao fim...mas logo vi que nao sairia o que toda a gente queria..tu es uma menina bem comportada e nao safada..lol!
mas esta bem falado! beijus! kok
O tema é muito tentador para levar logo a pensar outra coisa...mas claro que nós portugues, consigos isso sem dificuldade nenhuma, pois as próprias palavras ajudam a tal.
Bem, passando para outro assunto, e foi o que me levou a escrever aqui sobre o enredo da historia, e pensei para comigo tenho que deixar aqui tambem o meu comentário.Ri-me mto o q escreveste!E digo mais:"Sou o lobo mau!Vou te comer!" ehehehhe
Bemmm, que jeitaço para contar histórias, ficamos mesmo presas ás palavras e sempre ansiosos por saber o que virá a seguir.
Quem me dera ter jeito para escrever assim, mas não tenho. Não é á toa que me dediquei aos números e no tempo livre aos lavores, para espairecer... :-)
Vim retribuir a visita e adorei o que vi.
Deixo beijinhos e a promessa de voltar.
Se precisares de ajuda para os feltros podes contar comigo.
Luar
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